sexta-feira, 28 de julho de 2017
Testei a NAKED HEAT

Testei a NAKED HEAT



A mais recente palete de sombras da Urban Decay já saiu com as cores certas para este Verão. A Naked Heat segue a linha das anteriores paletes Naked, às quais me rendi há um par de anos. Quando a primeira palete Naked saiu no mercado, eu nem ponderei comprá-la porque, para mim, não fazia sentido gastar 40€ (sim, na altura tudo era mais barato!) em sombras. Recusei-me ano após ano, vendo mais produtos da Ubran Decay serem lançados e por mais apetitosos que fossem, eu nem tocava nos seus testers da Sephora. Acho que no fundo eu sabia que se testasse um produto, ia gostar demasiado dele.
Foi assim até sair a Naked 3. Os tons rosegold e as constantes recomendações por parte das maquilhadoras que conheço fizeram-me dar o pulo para a maquilhagem high end. E aviso-vos já - once you go Naked you never go back.

Quando comecei a trabalhar guardei logo dinheiro para comprar a minha querida Naked 3 que, até aos dias de hoje, é a minha favorita! Nunca comprei as versões anteriores por achar que não condiziam tão bem com a minha pele como a Naked 3 mas este Verão encontrei a primeira concorrente de peso: a Naked Heat. 


Foi no evento organizado pela Urban Decay que pude testá-la em primeira mão. Após algumas dicas de maquilhagem - em que aprendi a esfumar os olhos com um cotonete, um truque que mudou completamente a minha vida! - por profissionais da área, deram-nos liberdade para criarmos o nosso próprio look com a Naked Heat e outros produtos da marca.

Após terminado a minha maquilhagem, segui para a sessão fotográfica com o Gonçalo Claro, entre outras coisas é também reconhecido pela famosa capa de orgulho gay da revista Cristina.
Este foi o resultado final.

Vestido H&M // Chapéu: Xica Esperta // Makeup look: Urban Decay

Conclusões:
- Não usei primer de sombras e o eye look aguentou-se a tarde toda ao sol sob 38ºC.
- A palete é muito versátil, várias bloggers com diferentes tons de pele e estilo conseguiram facilmente adaptar-se às cores que ela oferece.
- A embalagem é um mimo, tal como seria de esperar. Resistente e muito bonita.
- Apesar da palete ter cores bronzes maravilhosas, senti falta de um tom claro, forte para iluminar o canto interno dos olhos. Usei a Naked Skin para esse efeito.
- As sombras não saíram do sítio até à noite, não se derreteram com o calor nem se acumularam no côncavo, ou como quem diz, na "dobra" da pálpebra.
- Usei um blush rosa bordot (espreitem a colagem em baixo) MUITO pigmentado, quase que destruí o look mas consegui fundi-lo com o bronzeador e acabei até por ganhar um ar mais coradinho.
- No final usei um fixador, o famoso All Nighter que nesse dia me soube como uma lufada de ar fresco por estar tanto calor.





segunda-feira, 10 de julho de 2017
7 COISAS a COMPRAR na PRIMARK!

7 COISAS a COMPRAR na PRIMARK!



Acho que o título diz tudo. Se não sabem por onde começar, estas são as 7 coisas que devem procurar na Primark! 


quinta-feira, 6 de julho de 2017
Na mesa de cabeceira #1

Na mesa de cabeceira #1




Voltei a ler livros. É verdade, apesar dos fantásticos e-books que devorei ao longo dos últimos anos, regressei ao papel impresso. Fico feliz por vos apresentar a nova rubrica do blog "na mesa de cabeceira" onde irei partilhar convosco apenas as melhores das minhas recentes leituras.


Heartfullness

Um livro que mudou a minha forma de pensar. Literalmente, a Mia incentiva-nos a colocar em dúvida os nossos pensamentos. “Será que o que eu penso é mesmo verdade?” devia ser uma frase corrente na nossa cabecinha sempre que temos um pensamento negativo. Sabem aqueles dias em que estamos sempre a sabotar-nos? Os dias em que achamos que não somos capazes de nada. Que somos demasiado gordos para fazer a maratona solidária com os nossos amigos, que não temos experiência suficiente para conseguir aquele trabalho ideal ou que estamos muito velhos para mudar de carreira. Os dias em que desistimos de nós próprios e mesmo dos outros, são muitas vezes dias em que acreditamos nos nossos pensamentos negativos. O melhor que retirei deste livro foi o exercício de duvidar de ideias tóxicas. De cada vez que me surge uma, faço logo o pensamento contrário. Por exemplo, sempre que tenho convites para eventos há uma parte de mim que se sente desconfortável: “Sou demasiado ansiosa para estas coisas, ainda por cima não conheço ninguém!” mas agora faço o exercício ao contrário “será verdade o que estou a pensar? bem, realmente já fui a vários eventos e nem conhecia ninguém. Até foi bom para conhecer pessoal novo!”. Assim comecei a ver que existem sempre bons argumentos contra pensamentos tóxicos. Com a prática se faz o hábito e progressivamente, um raciocínio saudável!



O Livro do Hygge

Li este livro de enfiada num fim-de-semana. Admito que o que mais me vendeu foi a capa, é tão harmoniosa, com ilustrações simples e uma mensagem clara sobre um conceito subjectivo. Sou muito básica nesta coisa das capas bonitas. Aposto que conseguiam vender-me gelo mesmo se eu fosse uma esquimó, desde que o gelo viesse numa embalagem bonita.
Mas além da capa, o livro é efectivamente bonito por dentro. Vem recheado de fotografias que ilustram o significado de “hygge”, uma palavra dinamarquesa para “os simples prazeres da vida”, juntamento com estudos e algumas teorias acerca da felicidade. Caso não saibam, a Dinamarca é consecutivamente eleita como o país mais feliz do mundo por vários estudos feitos nos últimos anos. Será graças às suas tradições? Ao seu hábito de grupos de amizade relativamente pequenos? Á importância que dão ao design e iluminação de uma casa? Á sua estranha obsessão por velas? É algo que terão de descobrir neste livro, que recomendo vivamente, principalmente aos mais introvertidos que vão encontrar um enorme conforto na mentalidade dinamarquesa.


Diz-lhe que não

Tropecei na Helena Magalhães no instagram e reparei que ela tinha escrito um livro. Claro que fui espreitar a capa dele, e básica como sou, quis comprá-lo porque gosto de capas chamativas e letterings arrojados.
O livro fez-me companhia nos intervalos de almoço durante o trabalho, comecei a fugir dos almoços da equipa para poder sentar-me numa mesa recatada e rir muito sozinha. No livro são partilhadas várias histórias de amor e o papel que vários homens tiveram em cada uma delas. Homens lindos, homens burros, homens mentirosos, homens queridos, homens porcos…não, não são histórias de amor como as que encontram nos romances mas são histórias de amor humanas, com o bom e o mau à mostra e um bocadinho de humor à mistura.



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