segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

FOTOS EMBARAÇOSA? ESTAS SÃO AS MINHAS


Todos temos uma colecção de fotografias do nosso passado que escondemos numa gaveta bem funda lá do móvel mais antigo da casa, não é assim que ditam os filmes cómicos?
Isto já é mais uma metáfora que outra coisa; eu faço parte de uma era digital por isso tenho poucos álbuns de fotografias da minha adolescência. No entanto, bastou-me uma visita ao meu velho hi5 para recordar alguns dos meus (menos) bons momentos fotográficos.


Se há coisa que gosto de fazer é rir e é por isso que decidi partilhar convosco as minhas fotografias antigas. Não há nada como aceitarmos quem somos, com as nossas qualidades e defeitos, mais todas as fases estranhas que passámos quando estávamos no secundário! E acreditem ou não, chega a ser reconfortante poder rir-me quando me revejo noutro tempo. 

A aceitação pessoal é um poder maior do que podem imaginar! Na altura destas fotografias, quem se risse de mim conseguia alterar completamente o meu estado de espírito. Eu não tinha o poder de rir comigo mesma também por falta de confiança para brincar com os meus defeitos. No fundo, nem defeitos são, apenas características. 
Agora rio-me dessas pancas passageiras, acho-lhes piada porque fizeram parte do percurso que percorri para ser quem sou hoje.


Quis partilhar convosco este pensamento porque sinto que rir é mesmo o melhor remédio. Foi um pouco a rir e a levar a mudança com naturalidade que descobri o significado do amor-próprio. Acreditem, não há nada como nos sentirmos bem na nossa própria pele e isso é, para mim, o amor mais difícil de alcançar.

Obrigada a quem tem acompanhado a minha (digi)evolução, o blog e os meus vídeos no youtube. Cá estarei para que daqui a uns anos nos possamos rir juntos mais um pouco dos disparates que fui fazendo vida fora.

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